| E |

EBM – Electronic Body Music – O estilo de música eletrônica desenvolvido principalmente por grupos belgas e de Chicago em meados dos anos 1980. Som caracterizado por batidas pesadas de bateria eletrônica, guitarras e vocais sombrios. Ex: Front 242 e  A Split Second.

Electro – O maior representante e influência para todos é o Kraftwerk, banda dos anos 70 precursora de todo os gêneros de música eletrônica. No início dos anos 1980, o estilo foi associado à trilha de videogame Atari. A principal característica é o uso exagerado de sintetizadores. Ex: Miss Kittin, Peaches e Fischerspooner.

Eletro Goth – Fusão do Gothic Rock com Música Eletrônica. O estilo começou a ser difundido nos anos 90, sendo mais popular na Europa. Ex: Alien Sex Fiend, Switchblade Symphony.

Electro House – Vertente da House Music. Caracterizado por bases graves fortes, melódicas, batida do House e alguns elementos de Psicodelia e Eletro dos anos 80. Ex: David Guetta, Tiga, Digitalism, Benny Benassi, Dirty South.

EMO – Adolescente que se veste de preto e também utiliza peças de roupas coloridas. Maquiam os olhos com lápis preto, usam franjas caídas no rosto.  Curtem um estilo musical que engloba o som pesado do Punk Rock com letras que falam do sentimento, emoções, etc. Eles são andróginos e adoram sofre e chorar.

Emocore – Denominação do fanzine Maximum Rock’n’Roll e Thrasher Magazine para descrever a nova geração de bandas de “hardcore emocional” em meados da década de 80 entre elas: Embrace e Rites of Spring, Dag Nasty. Ex: NX Zero, Simple Plan, Fresno, My Chemical Romance, Good Charlotte.

EP – “Extended Play”, disco com doze polegadas com duração inferior ao LP. Disco com poucas faixas, geralmente versões diferentes daquelas dos álbuns, músicas ao vivo, remix. Popular nos anos 80, eles traziam várias versões para músicas de trabalho dos artistas.

Ethereal / Dark Atmosphere – Combinação de elementos de Música Renascentista e Música Antiga, New Age, World Music, Folk, Música Eletrônica e acústica. As letras e o idioma não se restringem ao inglês ou francês, muitas vezes são utilizados dialetos e mitologias de várias épocas e culturas. A designação surgiu em meados da década de 1990, em referência a uma coletânea criada pelo selo Hyperium denominada “Heavenly Voices” que reunia bandas com certas características em comum, grupos que apresentavam um estilo ligado ao neoclássico, à música medieval ou ao Darkwave. O estilo privilegia o brilho de vozes femininas capazes de elevar o ouvinte às esferas celestiais. Ex: Cocteau Twins,Dead Can Dance, Cranes, Bel Canto, Opera Multi Steel e o This Mortal Coil (projeto que reuniu vários artistas do selo 4AD), a gravadora também conhecida por agrupar vários nomes do estilo musical. O Dark Atmosphere é similar ao Ethereal, no entanto a sonoridade é carregada de melancolia.

Europop – Designação dos ingleses para o pop feito no restante da Europa e, relacionado à música pasteurizada e cafona. Euro-House feito por artistas europeus, principalmente italianos e franceses. Tem grande aceitação nas academias de ginástica. Ex: Sabrina, Desireless.

| F |

Fado – música tradicional portuguesa de caráter urbano com letra e melodia melancólicas.

Fanzine (Zine) –
Junção de fan + magazine (revista). Produzida artesanalmente pelos fãs e para fãs tratando de determinado artista ou corrente musical.

Feedback – Microfonia, proximidade do captador de instrumento ou microfone fica próximo do amplificador gerando um apito estridente e duradouro. Foi incorporado à música nos anos 60.

Flamenco – dança folclórica espanhola expressiva e  passional.

Flash House –  Artistas e repertório das vertentes da House Music dos anos 80 e 90. Ex: The Cover Girls, Tom Hooker, Company B.

Folk – Música folclórica.

Forma –A estrutura de uma composição musical. O padrão de seções semelhantes e contrastantes que compõem a estrutura básica de uma peça. Entre as formas comuns no Jazz incluem-se as estruturas de 32 compassos (8+8+8+8), como AABA ou ABAC; a melodia de 16 compassos; e o blues de 12 compassos.

Free Jazz -O Jazz incorporou conquistas estéticas da arte de vanguarda dos anos 60, como a Música Atonal.. O Free Jazz nasceu “oficialmente” com o famoso disco de 1960 (intitulado precisamente Free Jazz), onde se ouve o quarteto duplo liderado por Ornette Coleman (sax alto) e Eric Dolphy (clarinete-baixo), no qual participaram músicos importantes: Charlie Haden e Scott LaFaro (contrabaixos), Don Cherry e Freddie Hubbard (trompetes), Ed Blackwell e Billy Higgins (baterias). Não obstante, podemos identificar precursores do gênero Free, como Charles Mingus, com seu conjunto nos anos 50 e 60, John Coltrane nos anos 60 e principalmente Cecil Taylor, já em meados dos anos 50. (Na verdade, alguém poderia sustentar que Taylor é o verdadeiro “inventor”). No Free Jazz, a ênfase está na improvisação coletiva. Os músicos não estão presos a temas, nem a padrões de fraseado convencionais, nem à harmonia tonal; em vez disso, eles se valem de acordes e pequenas células combinadas de antemão para se coordenar entre si e se orientar dentro da textura sonora. Por ter uma estrutura extremamente livre e atonal, o Free Jazz é uma música em que os intérpretes se entregam com intensidade, porém nem sempre assimilada ou aceita pelo ouvinte.

Full On – É a corrente mais rápida e pesada de Psy. As melodias bem trabalhadas que vão se estruturando e preenchendo a música até chegar ao ápice. Ex: Infected Mushroom, Astrix, Talamasca.

Funk – Termo para designar linguagem chula. A partir do Rhythm’n’Blues com mais ritmo, no início dos anos 60.

Fusion/Jazz Rock – Designação para o Jazz acrescido de elementos do Rock. Surgiu com o álbum duplo de Miles Davis, de 1969, intitulado Bitches Brew. É verdade que podem ser encontrados alguns precursores do Jazz-Rock, dois ou três anos antes disso, como o grupo Free Spirits de Larry Coryell, o grupo do vibrafonista Gary Burton e também o Charles Lloyd Quartet (que incluía Keith Jarrett e Jack DeJohnette). Porém, Miles cristaliza a revolução ao convocar um grupo numeroso de músicos que viriam a se tornar, quase todos, figuras de proa do Jazz-Rock dos anos 70 em diante: o guitarrista John McLaughlin (Mahavishnu Orchestra); o pianista Chick Corea (Return to Forever); o tecladista Joe Zawinul com saxofonista Wayne Shorter (Weather Report); o organista Larry Young, o baixista Dave Holland, e o baterista Jack DeJohnette, entre outros. Além deles dois outros músicos que tocaram com Miles em outros trabalhos fundariam grupos do gênero, o baterista Tony Williams (Lifetime) e o tecladista Herbie Hancock (Headhunters).

Anúncios


tweets

Anúncios

%d blogueiros gostam disto: