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Sampler – Instrumento eletrônico desenvolvido pela empresa americana Emulator, grava digitalmente qualquer som e o reproduz da na altura, velocidade e tamanho desejados. Foi por meio desse equipamento que a cultura DJ nos anos 80 começou a produzir seus discos, se apropriando de trechos de músicas de outros autores.

Samplear –. Ato de capturar e registrar digitalmente sons, frases musicais ou timbres sonoros, por meio de um Sampler, com o propósito de manipulá-los e recombiná-los.

Scratch –  Quando os DJs fazem movimentos ritmados de vai e volta com o disco de vinil pressionando-o junto ao prato dos toca-discos.

Seção rítmica – Os instrumentos que, num conjunto de Jazz, são responsáveis pelo estabelecimento e manutenção do padrão rítmico da execução; convencionalmente, compõe-se de piano, contrabaixo e bateria.

Scat singing, Scat – Modo de interpretação vocal em que o (a) vocalista emite sílabas sem sentido, em vez da letra da canção, atentando apenas para o valor fonético das sílabas e procurando imitar um solo instrumental.

Sequenciador –Dispositivo capaz de registrar padrões sonoros em formato digital, e que oferece ferramentas para editar, modificar e recombinar esses padrões.

Síncopa –A acentuação de contratempos, ou seja, os tempos fracos do compasso, criando um efeito de surpresa no ouvinte.

Sincopado – Que é caracterizado por síncopa.

Sinfonia – Trabalho orquestral, eventualmente com passagens cantadas, composto por 3 ou 4 movimentos.

Single – O mesmo que “compacto”. Disco com a música de trabalho (geralmente são duas faixas). Na época do LP eram produzidos nos tamanhos 7“ ou 12” polegadas e vinham com uma música de cada lado.

Sintetizador – Aparelho inventado nos anos 50. Ele manipula e dá formas às ondas sonoras tanto no modo analógico quanto digital.

Ska – Ritmo jamaicano da década de 60, ancestral do Reggae, no entanto tocado mais rápido. Na Inglaterra apreciado pelos “skinheads” e adotado como estilo musical por grupos multiraciais (Two Tone). Exemplos: Skatallites, Specials, Selecters e Madness.

Skiffle Rock primitivo tocado com tábua de lavar roupas (washboard), baldes, vassouras etc.

Slide – Guitarra deitada e fixa num suporte, é tocada deslizando um “bottleneck” (quando foi inventada era um gargalo de garrafa), na atualidade utiliza-se um dedal metálico.

Smooth Jazz – O estilo é odiado pelos puristas, que consideram-no como diluição da música e aproximação com o Pop, R’n’B e Funk.

Solo – Execução de uma peça musical ou parte de uma peça por um único instrumento. O solista improvisa sobre o tema de uma peça sozinho ou acompanhado por outros instrumentos.

Soprano – Voz aguda feminina. Soprano Ligeiro: é o chamado 1º Soprano, que tem por característica uma voz de volume menor, mas que alcança notas muito agudas, além de ter facilidade para cantar notas com ritmo rápido. Ex: Joan Sutherland, Kathleen Battle, Sumi Jo.

Soprano Lírico-Ligeiro: Também chamado de Lírico Spinto, é um pouco mais encorpado que o ligeiro puro, também tem facilidade pra agudos e “volaturas”. Ex: Renata Tebaldi, Victoria de Los Angeles.

Soprano Lírico: de voz mais cheia, também possui maior volume. É também chamada de 2º Soprano. Ex: Kiri Te Kanawa, Mirella Freni, Renata Scotto.

Soprano Dramático: Raro e de sonoridade peculiar, é o soprano mais grave. Normalmente tem grande extensão e desenvolve grande volume. Ex: Jessye Norman (polêmica classificação, pois alguns a consideram Mezzo-soprano Lírico).

Soul – Formato Pop da música negra americana dos anos 60, originária do Rhythm’n’ Blues e Gospel. Músicas sensuais, cheias de balanço, belas vozes. Ex: Ray Charles, Sam Cooke, Otis Redding, Marvin Gaye.

Stabat Mater – Poema em latim medieval que narra o sofrimento de Maria aos pés da cruz.

Standard – Canção popular já consagrada e familiar ao público, usada com tema para uma execução jazzística. Canção que ao longo do tempo veio a fazer parte do repertório padrão (em inglês, Standard) do Jazz. Alguns compositores se tornaram célebres por escreverem músicas  que viriam a ser Standards. Ex: Cole Porter, George Gershwin, Richard Rodgers, Oscar Hammerstein.

Straight Edge –
Apreciadores de Punk / Hardcore cuja ideologia defende a abstinência perene ao consumo de tabaco, álcool e as chamadas drogas ilícitas. Algumas pessoas tendem a associá-lo a vida sexual regrada, sem promiscuidade, mas isto não faz parte do foco inicial e estes pregam o sexo pelo amor. Ex: Minor Threat.

Suíte – Grupo de movimentos em uma única obra, porém mais rápida que a sinfonia.

Surf MusicMúsica Pop californiana do início dos anos 60. Era um Rock leve e as letras falavam de surf, garotas, praia, carrões. Exemplos: Beach Boys, Jan & Dean e Surfaris.

S
wing –  Associado às grandes orquestras, e o período que vai aproximadamente de 1938 a 1943 e que ficou conhecido como era do Swing. O Swing conta com uma audiência vasta e fiel ainda hoje. Extrema qualidade técnica, perfeito acabamento formal, arranjos elegantes e caráter dançante eram as marcas do estilo, que nem por isso carecia de vigor, como provam as performances da possante máquina instrumental dirigida por Count Basie. Ex: Glenn Miller, Benny Goodman, Artie Shaw, Duke Ellington (embora a orquestra do Duke estivesse destinada a grandes vôos também em outros estilos). Nessa fase as bandas passam a contar com Crooners.

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Tecnopop – Estilo surgido paralelo ao Punk devido ao barateamento e popularização de sintetizadores.  Era música pop convencional com refrões grudentos. Os artistas inspirados pelo grupo alemão Kraftwerk que trabalhava com música eletrônica na década de 70. Exemplos: Soft Cell, Human League, Heaven 17.

Techno – Batidas 4 x 4 aceleradas entre 120 e 140 BPMs, pouca melodia (sucessão dos sons combinados) e muita percussão eletrônica, “mix” de George Clinton com Kraftwerk. Popularizado em Detroit, nos anos 1980. Ex: Anderson Noise, Carl Cox, Mau Mau.

Techno Goth – A sonoridade gótica em que a guitarra cortante e a bateria tribal são substituídos por sintetizadores. Permanecem os vocais graves e teatrais. Ex: Clan of Xymox, Trissomie 21, Poesie Noire.

Tema –Melodia que é usada como base de uma execução jazzística.

Tempo – Unidade de duração dentro do compasso. Andamento.

Tenor –  Voz aguda masculina. Ex: Pavarotti.

Tenor Ligeiro – Conhecido como 1º Tenor é a voz masculina natural mais aguda, também com facilidade para volaturas. Ex: Juan Diego Florez, Niccolai Gedda e Salvatore Licitra.

Tenor Lírico-Ligeiro –Também chamado de Lírico Spinto é um pouco mais encorpado que o ligeiro puro, também tem facilidade pra agudos e volaturas. Ex: Enrico Caruso e Franco Corelli.

Tenor Lírico – Voz mais rica em harmônicos que a anterior, tem o timbre mais cheio. É também chamado de 2o Tenor. Por erro ou, às vezes, por causa do repertório operístico, alguns Tenores Líricos são chamados de Dramáticos. Ex: Mario Lanza, Plácido Domingo.

Tenor Dramático – É o Tenor mais grave. Quando intérprete de Óperas do Romantismo Germânico (R. Wagner, R. Strauss) é chamado de “Heldentenor” ou Tenor Heróico. Ex: Lauritz Melchior, Wolfgang Windgassen.

Third Stream – “Terceira corrente”. Os músicos procuravam fazer a fusão entre o Jazz e a Música Erudita ocidental. O nome, utilizado pela primeira vez pelo compositor Gunther Schuller em 1957, em uma conferência na Brandeis University, sugere a ideia de canalizar duas das correntes preexistentes – a Música Cássica e o Jazz – em uma “terceira” corrente com características de ambas. Ex: George Gershwin, Claude Bolling, Gil Evans, Dave Brubeck, Modern Jazz Quartet.

Timbre – Qualidades vocais. O que difere uma voz ou um som do outro, mesmo que eles estejam na mesma altura e na mesma intensidade. É o que poderíamos chamar de “impressão digital da voz”.

Tonal – Que obedece aos princípios da tonalidade.

Tonalidade – É a sensação que tem o ouvinte de que certo trecho musical gravita em torno de determinada nota. Acorde fundamental que funciona como centro de atração harmônica de uma frase ou composição musical, e que define certas progressões – padrão de acordes. Conjunto de princípios que governam a organização harmônica do material sonoro segundo conceitos como consonância, escalas maiores e menores, e cadências; harmonia tonal.

Trance – É uma música hipnótica e que sugere ao ouvinte entrar em transe durante a dança. Surgiu em Israel no final dos anos 80, proveniente do Goa Trance (indiano), o estilo se desenvolveu nos anos 90.  A música vem num crescendo até suavizar, depois recomeça até chegar ao esplendor novamente. As batidas do Trance são regulares como as do Techno, porém menos agressivas. Ex: Paul van Dyk, Tiesto, Armin van Buuren.

Trip Hop – Mistura Hip Hop, Jazz e Blues e vocais sussurrados, batidas eletrônicas lentas. Ex: Portishead, Massive Attack.

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